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Aleluia defende regulamentação do aluguel de cadeiras nas praias de Salvador

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O vereador Alexandre Aleluia concedeu entrevista ao Metropolitano News para falar sobre a regulamentação do aluguel de cadeiras nas praias de Salvador, tema que tem gerado debates e mobilizado ambulantes e banhistas.

No fim de janeiro, a polêmica sobre o uso do espaço público nas praias ganhou força, especialmente após um protesto realizado por ambulantes na praia do Porto da Barra. Como forma de manifestação contra as novas regras da Prefeitura, que determinam que cadeiras e sombreiros só sejam montados sob demanda, os vendedores deixaram de oferecer o serviço na terça (28) e na manhã de quarta-feira (29).

A medida da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) busca atender a reclamações de banhistas sobre a ocupação excessiva da faixa de areia por cadeiras vazias, o que gerava a sensação de privatização do espaço público.

Questionado sobre a situação e as acusações de perseguição aos trabalhadores, o vereador Alexandre Aleluia negou que esteja havendo perseguição e defendeu a regulamentação do serviço para garantir o direito dos banhistas ao espaço público:

“Não acho que seja perseguição, não acho que tenha isso. Inclusive, apresentei um projeto que vessa sobre o assunto, que legaliza de forma que o aluguel de cadeiras só aconteça com a demanda do banhista, porque o que está acontecendo hoje é errado.”

Para Aleluia, a ocupação antecipada da praia por cadeiras vazias não representa um livre mercado e prejudica o direito de quem deseja frequentar a praia sem essa imposição:

“A gente chega na praia de manhã cedo e a praia já está completamente ocupada por cadeiras vazias. Isso não é livre mercado, isso não é direito de trabalhar, isso é apenas ocupação de um espaço público.”

O vereador também enfatizou que a Prefeitura não deve interferir nos preços cobrados pelos ambulantes, defendendo que a regulação deve ocorrer de forma natural pelo mercado:

“Para mim, o mercado tem que regular isso. Se o ambulante que aluga ali as cadeiras puder posicionar o preço da melhor forma que o empreendedor seja possível, para mim, ele tem que posicionar. O Estado, a Prefeitura não deve intervir nos valores cobrados.”

Expectativas para o novo mandato
Ao ser perguntado sobre sua nova gestão e seu papel na mesa diretora da Câmara de Vereadores, Aleluia destacou sua reeleição como corregedor:

“Sim, fui reeleito como corregedor, e o corregedor tem uma grande responsabilidade. Ele preside a comissão de ética, caso haja.”

 

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