A presidente do PT de Salvador, Ana Carolina, disse que a capital baiana reafirma seu protagonismo político nacional ao sediar, nesta quarta-feira (15), o lançamento oficial do primeiro Comitê Popular de Luta do Brasil. A iniciativa será apresentada durante o Programa de Governo Participativo (PGP), em Cajazeiras, e marca o início de uma mobilização nacional construída pelos partidos que integram a base dos governos do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do governador Jerônimo Rodrigues (PT), em parceria com os movimentos sociais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
O evento deve reunir o governador e pré-candidato a reeleição Jerônimo Rodrigues (PT), os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD), o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), além de dirigentes partidários, representantes de movimentos sociais e lideranças populares de diversas regiões da Bahia.
De acordo com a dirigente partidária, a escolha de Salvador para dar início à iniciativa demonstra o reconhecimento do papel histórico da Bahia na organização popular e na defesa da democracia.
“Salvador faz história mais uma vez ao sediar o lançamento do primeiro Comitê Popular de Luta do Brasil. A Bahia sempre esteve na linha de frente das grandes mobilizações democráticas e populares, e agora volta a assumir esse protagonismo ao reunir os partidos da nossa base, os movimentos sociais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo em torno de um projeto coletivo para o país. É daqui que parte uma mobilização nacional que nasce ouvindo as pessoas, fortalecendo a participação popular e defendendo as conquistas do povo brasileiro”, declarou.
Ana Carolina ainda ressaltou que o lançamento dos Comitês Populares de Luta durante o Programa de Governo Participativo reforça a conexão entre a mobilização social e a construção coletiva das políticas públicas.
“O Programa de Governo Participativo e os Comitês Populares têm o mesmo princípio: colocar o povo no centro das decisões. Não se constrói um projeto para a Bahia e para o Brasil apenas durante a eleição, mas com diálogo permanente nos bairros, nas comunidades e nos territórios. É essa participação que fortalece a democracia e garante que os governos continuem respondendo às necessidades reais da população”, concluiu.