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Guerra politica e institucional e os itens da cesta básica consumindo mais da metade do salário mínimo

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Enquanto a crise politica, pega fofo no país, os trabalhadores a cada dia, veem seu poder de comprar diminuir, diante das disparadas de preços, em todas os estados da federação. Preço da cesta básica aumenta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese na passagem de julho para agosto. As maiores altas ocorreram em Campo Grande, de três vírgula 48 por cento, Belo Horizonte, de dois vírgula 45 por cento, e Brasília, de dois vírgula 10 por cento.

As quatro capitais onde a cesta básica ficou mais barata foram: Aracaju, Curitiba, Fortaleza e João Pessoa.

Já a cesta básica mais cara do País, de acordo com a pesquisa, é a de Porto Alegre e custa 667 reais e 47 centavos.

O valor representa cerca de 65 por cento do salário-mínimo vigente, de mil e 100 reais.

Aracaju possui a cesta básica mais em conta, de 456 reais e 40 centavos, o equivalente a quase 45 por cento no mínimo.

No levantamento, o Dieese verifica os preços de produtos alimentícios considerados essenciais para o sustento e o bem-estar de um trabalhador adulto, no período de um mês. Em doze meses, até agosto, todas as capitais analisadas tiveram aumento de mais de dez por cento no preço da cesta básica.

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