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Ativista do jornalismo, Renato Simões morre aos 96 anos

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Morreu hoje aos 96 anos, no Rio de Janeiro, devido a causas naturais, o jornalista Renato Simões, filho do fundador de A TARDE, Ernesto Simões Filho. Bacharel em direito, fez do jornalismo a sua grande paixão. “Meu pai foi advogado de formação, mas desde cedo abandonou esse caminho para cuidar e se dedicar ao jornal. Ele se considerava antes de tudo um jornalista”, diz Renato Simões Filho. Casado com Norma Rocha Simões, era também pai de Yolanda Simões Atherino, tinha quatro netos e dois bisnetos.

O velório, seguido de cremação, ocorrerá nesta sexta-feira, 04, das 13h às 15h30, no Crematório e Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, Rio de Janeiro.

Renato Simões foi superintendente de A TARDE no período de 1957 a 2012, quando assumiu a presidência do Conselho de Administração do grupo de comunicação. Em seguida recebeu o título de presidente de honra. Ele era tio-avô do atual presidente de A TARDE, João de Mello Leitão.

A literatura foi outra área de dedicação de Renato Simões. Em 2004 estreou na escrita de ficção com Crônicas d’aqui e d’além, onde aparecem desde personagens que vagam por túmulos até a minuciosa descrição de Paris. Três anos depois ele voltou à ficção com Anônimos e Oitenta a e Todos, lançado em 2015.

A liberdade de imprensa foi outra causa de ativismo do jornalista, que integrou a direção de instituições como a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e Associação Baiana de Imprensa (ABI).

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