A coordenação nacional da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, nesta semana, a alteração no itinerário de sua visita à Bahia, programada para a próxima terça-feira, 29. O evento que seria realizado no município de Feira de Santana foi oficialmente cancelado e transferido para Salvador.
Na capital baiana, a mobilização política consistirá em uma caminhada ao longo da orla, no trecho compreendido entre os bairros de Ondina e o Farol da Barra. A atividade vai contar com a presença de lideranças do grupo aliado no estado, incluindo o governador Jerônimo Rodrigues, o senador Jaques Wagner e o ministro Rui Costa, além de outros quadros partidários.
Em postagem no X, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciou o ato é uma mudança de direção da caminhada.
“A Grande Caminhada da Vitória mudou de local e agora vai sair de Ondina em direção à Barra, em Salvador, nesta terça, 29/09, às 15h13”, escreveu o chefe do Executivo.
No mês de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) lideraram uma caminhada no bairro da Liberdade, em Salvador.
O ato, que reuniu cerca de 20 mil pessoas, contou na comitiva de frente com as duas principais candidaturas da base ao Senado: o senador Jaques Wagner (PT), postulante à reeleição, e o ministro Rui Costa (PT), nascido e criado no próprio bairro.
A escolha do percurso marcou uma mudança de estratégia na agenda presencial. O evento, originalmente previsto para a Barra, também foi transferido para o coração da Liberdade com o objetivo de fortalecer a imagem da chapa alinhada com o governo estadual e neutralizar as investidas da oposição em promover um voto cruzado entre Lula e o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil).
Na última pesquisa AtlasIntel/ A TARDE, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu liderando as intenções de voto da Bahia na disputa pelo Palácio do Planalto.
De acordo com a pesquisa exclusiva AtlasIntel/A TARDE, o petista somou 55,7% dos votos válidos, enquanto o principal opositor, senador Flávio Bolsonaro (PL), tem 25,7%, representando uma vantagem de 30 pontos percentuais ao candidato à reeleição.