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O presidente Jair Bolsonaro durante pronunciamento sobre preço dos combustíveis e a política de reajustes adotada pela Petrobras.

Bolsonaro diz que acertou com setor produtivo prorrogar desoneração da folha por mais 2 anos

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na manhã desta quinta-feira, que acertou com representantes do setor produtivo a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos por mais dois anos. Ele recebeu os empresários no Palácio do Planalto.

“Quando se fala em alimentação, emprego é alimentação. Quem não tem emprego, tem dificuldade de se alimentar, obviamente. Reunido com a Tereza Cristina [ministra da Agricultura], com o nosso prezado ministro Paulo Guedes [Economia] e mais de uma dezena de homens e mulheres representantes do setor produtivo do Brasil, resolvemos prorrogar por mais dois anos a questão que tem a ver com a desoneração da folha [de pagamentos]”, disse o presidente. “Então, isso tem a ver com manutenção de emprego. Estamos numa situação pós-pandemia.”

Bolsonaro deu a declaração durante evento que marcou o lançamento do programa Brasil Fraterno – Comida no Prato, no Palácio do Planalto, realizado após a reunião com os representantes dos setores produtivos.

Para viabilizar a continuidade da desoneração da folha de pagamentos, o presidente pediu apoio dos representantes dos setores para colaborar junto a políticos (governadores, prefeitos, deputados e senadores) para que a PEC dos Precatórios seja aprovada.

“Decisão judicial não se discute, se cumpre. Mas como cumprir um pagamento previsto na ordem de R$ 30 bilhões, [que] de repente passa para R$ 90 bilhões dentro do teto? Ficaríamos sem recursos. Para todos os setores faltaria alguma coisa”, falou o presidente.

Bolsonaro ainda criticou partidos que votaram contra a PEC dos Precatórios na Câmara. O texto foi aprovado em 2º turno por 323 votos a favor. Eram necessários, no mínimo, 308.

“Quando a gente vê partidos de esquerda e partido que se diz Novo, mas não tão novo assim, votando contra… Queremos espaço para atender quem está passando fome. Entendemos que em torno de 17 milhões de famílias têm dificuldades sérias”, afirmou.

 

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