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Peixes, mariscos e crustáceos podem estar associados à doença da urina preta, alerta ministério da Agricultura

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Doença de Half, conhecida como “urina preta”, pode ter relação com o consumo de peixes, mariscos e crustáceos que não tenham selo de inspeção oficial. O alerta foi feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que acompanha os casos registrados este ano no Brasil. Em nota, a pasta informou que os primeiros sintomas podem se manifestar em 24 HORAS após o consumo de peixe cozido, lagostim e outros frutos do mar contaminados.

A doença é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, é classificada como evento de saúde pública e deve ser notificada. Os sintomas começam com rigidez muscular e o escurecimento da urina, resultado da insuficiência renal.

De acordo com o Ministério da Agricultura, os primeiros casos da Doença de Half foram registrados no país em 2008, relacionados ao consumo de peixes de água doce, como pacu, tambaqui e pirapitinga. Também houve registros associados a algumas espécies de água salgada: arabaiana ou olho de boi e badejo.

Outros casos ocorreram em 2016 e neste ano. A recomendação é ficar atento e adquirir pescados somente com selo de inspeção e o carimbo na embalagem, o que permite o rastreamento da origem do produto. Vale lembrar que a toxina causadora da doença não tem cheiro nem gosto, o que dificulta a identificação da contaminação.

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