“Considerando as necessidades de nossa Força Aérea frente aos recursos anualmente disponibilizados, o Alto-Comando da Aeronáutica decidiu por iniciar negociações com a empresa, no sentido de reduzir a quantidade inicialmente contratada, em 2014, de 28 para 15 aeronaves”, escreveu o comandante da Aeronáutica em
artigo publicado no site da FAB. Segundo Baptista, o processo de negociação dos contratos foi iniciado em 23 de abril de 2021 e visou não causar prejuízos à empresa.
Em comunicado ao mercado, a Embraer informou que tomou conhecimento da decisão nesta sexta e, tão logo seja formalmente notificada pela União, vai “buscar as medidas legais relativas ao reequilíbrio econômico e financeiro dos contratos, bem como avaliará os efeitos da redução dos contratos em seus negócios e resultados”.