Cumprindo agenda oficial na cidade de Santa Luz no final de semana, o ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato a senador, Rui Costa (PT), fez uma breve avaliação da situação do Brasil quando o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou ao comando do país.
“Quando o presidente Lula sentou na cadeira em janeiro de 2023, e eu sentei na cadeira de ministro da Casa Civil, nós pegamos um país desmontado, em frangalhos. Em frangalhos por quê? Porque o desemprego estava batendo recorde, porque nós tínhamos 86 mil casas abandonadas, com obras paradas. Porque 6,5 mil obras de saúde estavam paralisadas. Porque tínhamos 4,5 mil creches e escolas paralisadas no país, abandonadas”, declarou.
Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Costa destacou o cenário encontrado no início do atual governo federal e destacou o processo de reconstrução liderado pelo presidente Lula e seus impactos diretos nos estados, especialmente na Bahia. De acordo com ele, a decisão de retomar obras paralisadas em todo o país foi determinante para reativar investimentos, destravar políticas públicas essenciais e voltar a gerar emprego e renda. “Eles paralisaram, na minha opinião, dos maiores programas que o Lula criou que é o Minha Casa, Minha Vida”, disse, ao ressaltar a retomada do programa habitacional como símbolo dessa reconstrução.
Para concluir, o também ex-governador da Bahia ainda apresentou indicadores para sustentar o desempenho do presidente Lula. “Ele está entregando ao Brasil a menor taxa de desemprego da história do país, a maior massa salarial da história do Brasil, a menor inflação em quatro anos que qualquer presidente já teve na história, e deixando um volume de investimento enorme”, finalizou.